quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Só gestante que recebe bolsa família deveram repelentes

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Só grávidas inscritas no Bolsa Família receberão repelente

Em São Paulo 
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O ministro da Saúde, Marcelo Castro, anunciou na segunda-feira (25), a distribuição de repelentes para aproximadamente 400 mil mulheres grávidas que fazem parte do cadastro no Bolsa Família. A medida tem como alvo o controle do surto de microcefalia no país, que já chegou a 3.893 casos. Apesar disso, constitui um recuo da proposta inicial. Castro ainda deu detalhes sobre a campanha contra o Aedes aegypti, que o governo pretende acelerar depois do carnaval.
O ministro informou que amanhã terá encontro com representantes de distribuidores de repelentes para verificar quantos produtos estão disponíveis, para que o governo compre e distribua. Em dezembro, ele havia anunciado a distribuição de repelentes para todas as grávidas do país - que registra 3 milhões de nascimentos por ano.
Caberia ao laboratório do Exército fabricar o produto. No mesmo dia, porém, o Exército negou que tivesse capacidade para produzir o item em larga escala. Após um mês de reuniões com vários laboratórios, na semana passada o ministro veio a público para admitir que não seria possível a distribuição para todas as gestantes.
Ainda no domingo, Castro voltou a causar polêmica. Em uma visita à Sala de Situação do Distrito Federal para Controle da Dengue, repetiu que o País está "perdendo feio a guerra" contra o Aedes aegypti. Segundo ele, o foco tem de ser mantido no combate ao inseto, o "inimigo número 1" do País. A frase, já dita na sexta, foi considerada "infeliz" e desagradou a presidente Dilma Rousseff, com quem se reuniu na sequência.

Forças Armadas

Depois do encontro com a presidente, o ministro da Saúde anunciou que no dia 13 de fevereiro cerca de 220 mil homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica deverão fazer uma mobilização nacional, com visitas a residências, para orientar a população. "Se a sociedade não chamar para si a responsabilidade, nós não seremos vitoriosos", disse Marcelo Castro.
Ele adiantou ainda que Dilma participará, na sexta, de videoconferência com governadores e representantes das Forças Armadas para discutir ações. O governo federal deve propor às administrações a adoção de medidas bem-sucedidas contra o inseto já adotadas por algumas cidades, como Goiânia. As informações são do jornalO Estado de S. Paulo.

APRENDA A FAZER ARMADILHA PARA PEGAR O MOSQUITO DA DENGUE

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  1. avatar

    Thiago KOF

     
    ontem
    AH É,BÉBÉ! QUERER TER FILHO(A) VCS NÃO QUEREM,NÉ! TRANSARAM E GOSTARAM DESSE PRAZER? Ó O QUE ACONTECE! JÁ ERA! CONFORMEM-SE!
  2. avatar

    Ghost2012

     
    ontem
    Porque não isentar os repelentes da pesada carga tributaria que incide sobre o produto. ZERO tributação já. O governo não fez nada para acabar com o mosquito que isente de todos impostos (IPI, PIS Cofins ICMS). Porque tudo é voltado para os beneficiários do bolsa família. Uma trabalhadora que ganha um salário baixo não pode comprar o repelente pois o preço é muito alto.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

nota de nascimento

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nasceu ontem o bebe de grande amiga minha Luciana o pequeno Matheus gosando da mais perfeita saúde e beleza  o paizão está radiante de orgulho e alegria seja bem vindo Matheus


faça como a lúciana mande a foto do seu bebe para postarmos a nota de nascimento do seu bebe no a cegonha ja chegou

zica vírus consegue ultrapassar a placenta durante a gestação

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Estudo confirma que vírus zika consegue ultrapassar placenta durante gestação

Fonte: Agência Brasil (foto:divulgação/arquivo)
Cientistas do Instituto Carlos Chagas, da Fiocruz Paraná, confirmaram que o vírus Zika consegue ultrapassar a placenta durante a gestação. A infecção em mulheres grávidas é suspeita de provocar um aumento nos casos de microcefalia registrados no país.
A análise foi feita a partir de amostras de uma paciente na Região Nordeste que sofreu um aborto retido (quando o feto para de se desenvolver dentro do útero) na oitava semana de gravidez, após apresentar sintomas de infecção pelo vírus Zika.
De acordo com o instituto, amostras da placenta passaram por exames capazes de verificar uma infecção por vírus do mesmo gênero do Zika, como dengue, chikungunya e febre amarela. Os resultados foram positivos e confirmaram a presença de proteínas virais nas células placentárias.
Em seguida, amostras do tecido que apresentavam alterações morfológicas foram retiradas e utilizadas para análise por técnicas moleculares. O exame confirmou a infecção de células da placenta pelo Zika e também a transmissão placentária.
Uma das possibilidades levantadas por cientistas da Fiocruz é que o vírus pode estar usando a capacidade migratória dessas células para alcançar vasos fetais. “Embora não possamos relacionar esses achados com os casos de microcefalia e outras alterações congênitas, esse resultado confirma de modo inequívoco a transmissão intrauterina do Zika vírus, além de contribuir na aquisição de conhecimento sobre sua biologia e interação com células do hospedeiro e auxiliar no delineamento de estratégias antivirais que visem a bloquear o processo de infecção e/ou transmissão”, explicou a virologista-chefe do Laboratório de Virologia Molecular do instituto, Cláudia Nunes Duarte dos Santos.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Afinal, o que acontece com um bebê que nasce com microcefalia? Entenda

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Afinal, o que acontece com um bebê que nasce com microcefalia? Entenda

por Redação
No início do mês de novembro, o Ministério da Saúde decretou estado de emergência de saúde em função do grande número de bebês nascendo com microcefalia. Já são mais de 700 casos no Brasil, com predominância no estado de Pernambuco. Mas o que é essa doença e como ela afeta o desenvolvimento infantil são dúvidas que podem não ter sido adequadamente respondidas. Desvende-as a seguir.

Microcefalia: o que é a doença 

A microcefalia é uma condição em que a circunferência do crânio é menor que o considerado normal para a idade do feto ou da criança. No nascimento a medida adequada é de 32 cm ou mais*.

Perímetro cefálico.
O neonatologista Gabriel Variane, do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo, explica que o tamanho reduzido da cabeça ocorre em consequência de um atraso do desenvolvimento cerebral e, por conseguinte, da caixa craniana.
Quando causada por quadros infecciosos, no caso do zika vírus, por exemplo, a alteração é agravada pela destruição do tecido cerebral e por calcificações em uma parte específica do cérebro, os ventrículos.
“O mais preocupante é quando essas alterações morfológicas ocorrem no primeiro trimestre gestacional, que é quando a estrutura básica cerebral está sendo formada”, explica o neurocirurgião Sérgio Cavalheiro, neurocirurgião pediátrico do mesmo hospital. “Ainda não podemos prever quais serão os distúrbios neurológicos que essa microcefalia causará, mas, levando-se em consideração o grau de atrofia cerebral verificado e a presença de calcificações grosseiras intracranianas, é de se esperar que esses recém-nascidos venham a apresentar sequelas neurológicas severas”.

Microcefalia e zika vírus

Segundo o Ministério da Saúde, a falta de estudos impede dizer com absoluta certeza que a microcefalia está relacionada ao zika vírus, no entanto, afirma que a relação é quase certa. De acordo com o próprio ministério, duas gestantes que esperam bebês com microcefalia tiveram o vírus zika detectado no líquido amniótico, que circunda o bebê dentro do útero.
Assim como a dengue e a febre chikungunya, o zika é transmitido por picadas do mosquito Aedes Aegypti e tem forte afinidade com o Sistema Nervoso Central. Entre os sintomas da contaminação pelo zika estão febre, dor no corpo e erupções cutâneas.

Causas da microcefalia 

De acordo com o neonatologista Gabriel, a microcefalia pode ocorrer devido a síndromes genéticas, exposição materna a substâncias tóxicas, consumo de drogas, alcoolismo materno ou infecções congênitas, como citomegalovírus, toxoplasmose, rubéola e varicela.

Sintomas da microcefalia em bebês e consequências futuras 


O bebê pode ter dificuldade de mamar.
A microcefalia pode ser percebida na avaliação do bebê logo após o parto, momento em que costuma ser medido o perímetro da cabeça. Mas também existem sinais que indicam a condição no dia a dia da família, entre eles estão a dificuldade na amamentação e alimentação, a espasticidade (distúrbio muscular que causa rigidez) e convulsões.
Muitas dessas características permanecem nos anos seguintes, quando também poderá ser notada deficiência intelectual e cognitiva e outros atrasos neuropsicomotores, como comprometimento da visão, da fala e da locomoção.
Todas essas condições dependem do grau de acometimento do tecido cerebral afetado durante o desenvolvimento dentro do útero.

Tratamento 

De acordo com os especialistas, não existe tratamento capaz de reverter a microcefalia, tampouco um meio de evitar a contaminação do feto depois que a mãe teve a febre zika. O tratamento consiste em acompanhamento com fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e pediatra desde os primeiros meses de vida, buscando minimizar as deformidades e obter o máximo desenvolvimento da criança.
*No dia 04/12/2015, o Ministério da Saúde alterou a medida determinante da microcefalia de 33 cm ou menos para 32 cm ou menos. O objetivo da mudança é "agilizar os procedimentos clínicos", segundo a pasta. 

sábado, 16 de janeiro de 2016

sobre a dengue

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Casos de dengue em Mato Grosso passaram de 29 mil no ano de 2015 Aumento foi de 150,6% em um ano se comparado a período de 2014. Cuiabá, Matupá, Sapezal, Sorriso, Rondonópolis e Juína registraram mortes. 13/01/2016 09h38 - Atualizado em 13/01/2016 09h38 Do G1 MT Casos de dengue passaram de 29 mil em 2015 (Foto: Reprodução/EPTV) Os casos de dengue em Mato Grosso passaram de 29 mil registros em 2015. De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgados nesta terça-feira (12), o aumento foi de 150,6% em um ano se comparado ao mesmo período de 2014. No ano retrasado Mato Grosso registrou 11.729 casos. Segundo a SES, oito municípios estão no 'ranking' de casos de dengue, sendo responsáveis por 53,4% do aumento da doença no estado: Sinop (3.892 casos), Cuiabá (3.189 casos), Várzea Grande (2.192 casos), Primavera do Leste (1.256 casos), Sorriso (1.245 casos), Campo Novo do Parecis (1.181 casos) e Lucas do Rio Verde (701 casos). De acordo com o boletim, dos 141 municípios mato-grossenses, 92 ainda apresentaram alta incidência de dengue, com índice superior a 300 casos por 100 mil habitantes em 2015 – que é o preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A incidência registrada no estado foi de 799 casos para cada 100 mil habitantes. Ainda foram notificados sete óbitos por dengue nos municípios de Cuiabá (2 casos), Matupá, Sapezal, Sorriso, Rondonópolis e Juína. Outras duas mortes seguem em processo de investigação, aguardando o resultado do laboratório. Chikungunya e zika vírus Trinta e dois municípios tiveram casos de Chikungunya notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), totalizando 207 casos durante o ano de 2015. Entre as cidades que apresentaram mais casos estão Mirassol d’Oeste (41 casos), Campo Novo do Parecis (39 casos) e Cáceres (29 casos). Além disso, 779 amostras foram encaminhadas para laboratório para diagnóstico diferencial, dos quais quatro casos foram confirmados, sendo três importados e um autóctone no município de Cuiabá. Em relação ao zika vírus, 1.815 amostras foram encaminhadas para laboratório. Deste total, 39 amostras foram liberadas com 14 exames positivos: dois de Rondonópolis, um de Tesouro, cinco de Cuiabá, cinco de Várzea Grande e um de Vera. Além das amostras biológicas, 57 municípios notificaram casos de zika vírus totalizando 4.053 casos. Entre as cidades que apresentaram mais casos estão Várzea Grande (1.424 casos), Cáceres (1.024 casos) e Chapada dos Guimarães (250 casos). Outra informação apontada no boletim é que 99% dos municípios mato-grossenses são infestados pelo mosquito Aedes aegypti. A secretaria faz o seguinte alerta para a população: deve se manter atenta e realizar a limpeza diária nas residências, evitando o acúmulo de lixo. Entre as principais medidas de prevenção a serem tomadas pelas pessoas estão: manter a caixa d’água tampada de forma adequada; não acumular vasilhames, lixos e embalagens no quintal; limpar com frequência as calhas; e colocar areia nos pratos dos vasos de planta.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

bebes e bexigas perigo por perto

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'Bebê brasileiro é único no mundo a sobreviver depois de aspirar bexiga'

De acordo com a médica responsável pelo caso, os riscos de morte em situações como essa são de 100%. Mãe diz: "Agora, é 99,99%"

Por Vanessa Lima - 29/09/2015 19h20 - atualizada em 30/09/2015 11h43
Uma bexiga quase causou a morte de Mário, 7 meses (Foto: Arquivo Pessoal/ Lívia Martins Pereira)
Um bebê de 7 meses quase morreu depois de aspirar uma bexiga, em São Paulo. Na última terça-feira (22), Mário Archangelo Damasceno Neto brincava em seu berço quando a mãe, que acabara de chegar do trabalho, percebeu que ele estava engasgado. "Na hora, peguei meu filho no colo e saí correndo - literalmente - para o hospital, que, por sorte, ficava a apenas dois quarteirões de casa", contou Lívia Martins Pereira, em entrevista à CRESCER. "Quando cheguei lá, ele estava desmaiado e roxo. Cheguei a pensar que estava morto", lembra. Naquele momento, ela desconhecia o motivo do engasgo. "Eu não sabia que era uma bexiga", explica. A princípio, o menino foi para o Hospital das Clínicas da USP e, depois, encaminhado para o Hospital Infantil Sabará (SP), onde passou por cirurgia.
Lívia e o filho no hospital (Foto: Arquivo Pessoal/ Lívia Martins Pereira)
De acordo com uma das médicas responsáveis pelo caso, a otorrinolaringologista pediátrica Saramira Bohadana, especializada em vias aéreas, Mário foi o primeiro sobrevivente depois de engolir uma bexiga. "Não há nenhum outro caso registrado na literatura médica mundial. Conversei com os maiores experts em cirurgias desse tipo e todos ficaram espantados pelo fato dele ter escapado. Isso só aconteceu porque a mãe foi muito rápida e porque, quando ele chegou ao hospital, a equipe tentou entubá-lo e a bexiga escorregou para o esôfago", afirmou.
O menino foi operado por Bohadana e pelo broncoscopista pediátrico Ascédio Rodrigues. No centro cirúrgico, os especialistas usaram uma pinça para retirar o objeto do esôfago do bebê. O pó químico presente na bexiga foi para os pulmões e provocou pneumonia por corpo estranho, da qual o garoto ainda está se recuperando. Ele precisou permanecer sedado até segunda (28), mas acordou chorando o tempo todo, vomitou algumas vezes e rejeitou o peito da mãe. Nesta terça (29), uma semana depois do acidente, ele conseguiu mamar e sorriu de novo, pela primeira vez. "Só então fiquei aliviada. Era o presente que eu estava esperando", disse a mãe.
"Provavelmente, como ele conseguiu mamar, retiraremos a sonda dele nesta quarta-feira (30) e até sexta (2) pode ser que ele já esteja em casa", contou a médica. Mário está recuperando a deglutição, porque o sistema ficou dolorido depois das tentativas de entubá-lo quando chegou ao hospital.
O perigo das bexigas
O pequeno Mário, em recuperação (Foto: Arquivo Pessoal/ Lívia Martins Pereira)
Os balões de látex são comuns e parecem inofensivos. As crianças adoram e a presença deles é certa em festas de aniversário, inclusive no primeiro ano dos bebês. Isso sem falar naquelas bexigas distribuídas em lojas, nos shoppings, nos parques... No entanto, esses objetos oferecem um grande perigo que muitos pais nem imaginam. "O risco de morte é de 100%. A criança asfixiada tem parada respiratória, o cérebro fica sem oxigênio e, em questão de minutos, acontece o óbito", explica a otorrinolaringologista que atendeu o pequeno Mário. Para ela, esse objeto deveria ser proibido e ficar totalmente fora do alcance de crianças, especialmente as menores de 2 anos. O mesmo recado vale para pipocas e amendoins, alimentos com alto potencial de causar engasgos.
Desde o dia em que Mário foi internado no hospital, Lívia, que integra a banda sinfônica do exército, se afastou do trabalho. "Os médicos me disseram que as chances de morte são 100%. Agora, meu filho sobreviveu e a estatística melhorou: está em 99,99%. O mais importante é que ele saia daqui bem. Não vou para casa sem ele", afirmou.
Na casa da família, os balões não aparecerão tão cedo. "Bexiga não é brinquedo de criança. Pode matar. Se eu soubesse, jamais deixaria que meu filho brincasse com uma. Agora, nunca mais", diz a mãe, já que nem mesmo a avó, que cuidava do bebê naquele momento, conseguiu evitat o acidente. "Minha mãe (a avó do menino) agiu rapidamente, gritou e eu corri. Ela foi uma das peças chaves para o meu filho estar vivo", conta.
Na sexta (25), ela publicou um alerta em seu Facebook, com um vídeo que mostra a bexiga dentro do corpo do filho.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

parto

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quarta-feira, 10 de junho de 2015

cuidados com recem nascido

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