quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

tudo sobre natação dos bebês

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A iniciação aquática dos bebés desperta no papá e na mamã expectativas singulares. E também muitas dúvidas. A verdade é que para que seja cómoda, segura e agradável, a actividade na água requer várias condições especiais.


Desde que nascem, os bebés devem realizar múltiplas adaptações para se adequarem à vida extra-uterina. O contacto com o ar, as roupas, as mãos e os braços de quem o sustém, incluídas as variações de temperatura, constituem uma gama de experiências que o pequenino enfrenta durante as 24 horas. Se a isto somarmos as outras grandes adaptações, que têm a ver com respirar, alimentar-se e dormir, poderemos compreender que o bebé realiza um esforço contínuo, embora nos pareça que só come, dorme e suja fraldas. Para todas essas modificações, os bebés só necessitam de crescer e de se desenvolver naturalmente. Isso, e também carinho, protecção, e um meio ambiente estimulante, do ponto de vista afectivo, motor e social.

Um meio ideal

A água é o meio ambiente ideal para que os papás e o bebé se sintam confortáveis e animados a experimentar – entre mimos, brincadeiras, canções – novos estímulos e formas de contacto. No entanto, a iniciação aquática dos mais pequeninos costuma despertar expectativas únicas e também muitas dúvidas. A verdade é que para resultar cómoda e satisfatória, a actividade na água requer várias condições, sobretudo quando se trata de bebés. Por um lado, as questões de ordem pedagógica exigem, por exemplo, pessoal docente especializado se se pretende ter, além de um estado satisfató

rio, todos os benefícios psicológicos e físicos sem nenhum risco, apesar da fragilidade do bebé no momento de enfrentar a aprendizagem. Por outro lado, terão de se considerar também as questões higiénicas e sanitárias relacionadas com as instalações em geral, e especialmente com a piscina.

É tão pequenino que fico com medo que se contagie com alguma coisa na água...

Os banhos, os duches e os vestiários deverão encontrar-se em excelentes condições de higiene. É imprescindível a higiene com água clorada, para impedir a proliferação de bactérias num lugar que, pela humidade e o calor, requer mais cuidado. Por outro lado, os utilizadores – mamãs, papás e bebés, devem tomar um duche prévio com água e sabão, para não prejudicar a pureza da água da piscina. O controlo bacteriológico, a qualidade dos produtos químicos que se utilizam, a quantidade de horas de filtragem e a manutenção geral da piscina são fundamentais para assegurar que a saúde não se veja afectada. O equilíbrio de pH (níveis de acidez e alcalinidade) e a quantidade de cloro também exigem um controlo constante, já que o Sol e o calor podem consumir os produtos. Cloro e pH em bom equilíbrio garantem saúde, comodidade e sensação de prazer, sem pele nem mucosas impregnadas de cloro (se há em excesso), olhos vermelhos ou sabor desagradável. Não basta a transparência da água – também necessária, já que por questões de segurança, se deve sempre ver o fundo –, mas também deve acompanhar-se de uma boa composição química.

Pode ir nos dias posteriores aos das várias vacinas que o bebé recebe?

Quando ao bebé lhe é administrada uma vacina, o ideal é esperar 48 horas antes de voltar às aulas. Deste modo, se se apresenta um quadro febril ou qualquer reacção, não existirão confusões e o pediatra poderá determinar se essa reacção é normal ou não.

Os bebés não pedem para fazer chichi

Como mantêm a água limpa?

Até cerca dos 2-3 anos os bebés não têm capacidade de controlar os esfíncteres. Os nervos, o mau humor, o medo e a reacção à água fria, aumentam a pressão interna e podem provocar a expulsão de cocó. Não obstante, devido aos cuidados que o pequenito recebe e à adequada temperatura da água, a natação para bebés não costuma ocasionar este tipo de reacção. Será no entanto útil utilizar fraldas plásticas impermeáveis para minimizar esses factos, assim como não permanecer durante muito tempo seguido na piscina ( 30-40 min. )

Não o incomodará

A temperatura da água?

Toda a preocupação é pouca quando se trata de proteger a saúde. A piscina deve ser, sobretudo, um espaço de saúde, e logo um lugar de diversão, descanso e “relax”. E a temperatura é um factor muito importante para o conseguir. A primeira diferença entre o pequenito que sabe nadar e aquele que está a aprender, é que ao bebé nadador não lhe afectam demasiado as variações, e assim o demonstra nadando tranquilamente em mares de águas frias. Pelo contrário, o que está a aprender necessita do máximo estado de bem-estar para poder brincar alegremente enquanto ainda não se sabe movimentar por si mesmo na água. A água fria inibe o desejo de brincar e cria tensão, além de mal-estar. A água temperada, a uma temperatura ideal de 32 graus, permite ao bebé soltar todas as suas habilidades e permanecer – às vezes vários minutos – entretido num jogo tranquilo, sem sofrer de arrefecimento.

Tenho medo de o levar no Inverno

E se se constipa?

A temperatura exterior da área que rodeia a piscina deve ser maior que a da água, para evitar que as partes do corpo expostas arrefeçam exageradamente. As correntes de ar são prejudiciais quando os bebés e os adultos estão molhados. O ambiente deve ter temperaturas controladas, de modo que – em pleno Inverno – permita ao organismo adequar-se suavemente ao sair da água quente, enquanto se completa o duche e a mudança de roupa. Se o bebé sai da escola de natação tão seco e agasalhado como entrou, não existe nenhum perigo para a sua saúde. Estas precauções simples e uma instalação pensada à medida dos bebés, permite desfrutar da brincadeira e da aprendizagem todo o ano, sobretudo quando a chuva e o frio impedem de ir ao jardim ou realizar outros passeios.

Quero que o meu filho aprenda a nadar o mais cedo possível

Quando falamos dos requisitos necessários para começar com as aulas de natação para bebés, será necessário contar com a autorização do médico neonatologista ou do pediatra. É ele quem possui o historial clínico do bebé, incluídos os antecedentes da gestação; por isso, é a única pessoa capacitada para tomar a decisão de autorizar ou não. Quanto mais próximo do nascimento começar o contacto com a água, mais activas estarão as recordações aquáticas do bebé, nadando placidamente na piscina materna. De facto, entre os principais reflexos com que se nasce está o de crawling. Daí que a coordenação do chamado estilo crawl ou natural, lhe seja bem conhecida. Como diz Michel Odent, o criador do parto aquático, todos somos bebés nadadores. Por isso, o ideal é começar nos braços do papá, e com a mamã bem próxima. No entanto a idade ideal para se poder iniciar a prática da natação não é um tema consensual, havendo quem defenda o seu início só a partir dos 2 anos de idade.

Se quando lhe dou banho chora até ao cansaço, nem quero pensar como vai chorar numa piscina com tanta água...

As vivências boas e más, assim como a falta de oportunidade para viver experiências de sucesso, deixam uma marca importante. Quando algo falha – por exemplo, se o banho que deveria proporcionar prazer, provoca choro – torna-se necessária a ajuda de um profissional. Com a natação, costuma bastar um par de aulas para conseguir uma positiva conciliação com a água, e para que os pais descubram o que devem modificar para que o bem-estar se converta em uma rotina.

Agora? Para quê?

Pode aprender quando for mais velho...

Não é a mesma coisa aprender mais tarde ou mais cedo. No entanto, a perda de oportunidades para aprender não parece ser um problema para muitas famílias, professores e ainda professores de natação. O que se aprende mal e o que se deixa de aprender pode ficar sempre como uma incógnita, e não há método científico que demonstre que o mesmo bebé poderia ter obtido melhores resultados se o tivessem estimulado antes, desta ou de outra maneira. Mas está comprovado que aqueles bebés normais bem estimulados desde o princípio conseguem melhores resultados. Também se demonstrou que nos casos extremos de crianças normalmente dotadas que não resolveram satisfatoriamente as suas etapas vitais, a causa deste fracasso costuma ser o facto de que se criam e educam em meios pouco estimulados, ou inclusive hostis. À luz destes conhecimentos, a aprendizagem precoce requer algo mais que um bebé saudável, que cresce normalmente.

Não pode ir com o meu marido?

Mesmo quando a mamã é medrosa ou pouco amiga da água, a sua companhia é um seguro de tranquilidade e bem-estar para o bebé. E ao compartilhar a satisfação do pequenito, é muito difícil não sentir alegria e prazer. Não há nada mais reconfortante para o filhote, do que sentir o coração da sua mãe a bater, com o velho e conhecido som que já escutava dentro do seu ventre, enquanto nadava no líquido amniótico. Na natação, a presença da mãe – a grande mamã protectora e confiável – constitui uma exigência básica para que a aprendizagem se desenvolva com prazer, sem angústias e sem temor. O mais terno dos pais não pode substituir este papel maternal, em que a natureza parece ter feito um trabalho tão perfeito que basta só um abraço, um contacto estreito, para que o bebé mais inquieto se acalme ou o mais tímido se atreva desde o apoio dos seus braços, a tentar a conquista do mundo aquático.

Eu não gosto da água

Os bebés são excelentes professores dos seus próprios pais. Tão pequeninos, que qualquer um, pergunta o que podem ensinar? Para começar, o prazer de desfrutar a água. Também, o quanto é fácil brincar e divertir-se. O primeiro passo consiste em reconciliar-se com a água. Muitas vezes “não gosto”, pode significar, “tenho medo”. Quando se está por prazer na água e na companhia de um filho, é possível que surja espontaneamente a vontade de aprender a nadar. A natação para bebés é uma aprendizagem para toda a família e pode oferecer situações agradáveis a distintos níveis de profundidade de água, sem necessidade de colocar em circunstâncias angustiantes os pais temerosos. É importante recordar que o método passa ao lado dos riscos e outorga segurança a grandes e pequenos, afastando as fantasias ou o temor a sofrer experiências traumáticas, causadas pelo medo ou a falta de habilidades aquáticas. Embora a mamã não esteja feliz no início, ninguém será melhor acompanhante.

E se engole água?

Dado que se trata de um mecanismo inato, se não se domina o controlo respiratório ar-água – que os bebés nadadores aprendem em poucas aulas –, existe a possibilidade de inspirar e engolir água e se afogar. Por isso, o ensino do controlo respiratório e as mudanças que o bebé deve produzir inspirando o ar para retê-lo ou soltá-lo debaixo de água realiza-se suavemente, através de manobras seguras do pessoal docente especializado. Cerca de mês e meio, depois de ter começado as aulas, o bebé já é capaz de controlar perfeitamente a respiração. Nesse momento, a mamã e o papá, juntamente com o pequenito, podem organizar livremente e sem nenhum risco, brincadeiras que incluam imersões.

Tenho dois bebés pequenos

Posso ir com os dois?

Quando há irmãos, a sua presença na água contribui para praticar os modos de brincar e de se relacionarem. Quando os irmãos são pequenos, e até aos cinco anos, convém que partilhem as aulas. A aprendizagem é feita em conjunto, e é mais fácil incutir em todos, e ao mesmo tempo as normas de segurança que previnem os acidentes aquáticos. A diversão em conjunto ajuda também a afugentar os ciúmes, porque o maiorzinho pode suster o mais pequeno na água e estimulá-lo com as suas próprias façanhas.

O meu bebé tem problemas

Pode aprender da mesma maneira?

Não só os bebés normais podem beneficiar das aulas de natação. Os bebés prematuros, aqueles que sofreram acidentes ou permaneceram imobilizados, como também os que padecem de alguma forma de incapacidade podem conseguir, com a orientação terapêutica, possibilidades de recuperação. Nestes casos, além da autorização do pediatra, requer-se a dos restantes profissionais que intervêm no tratamento da criança. A possibilidade de trabalhar em colaboração (docentes e profissionais) abre uma excelente oportunidade para a reabilitação do bebé.

Quando estou indisposta

O que faço?

A água fria inibe o fluxo menstrual, pelo que não é anti-higiénico que a mulher possa nadar numa piscina partilhada. A água quente, pelo contrário, facilita a irrigação sanguínea. Por isso, ainda que com o uso de tampões, não é aconselhável tomar banho, e ainda menos numa piscina que é usada por bebés.

Tive uma cesariana

Quando posso começar?

Como sempre, a alta do obstetra pessoal é a base para começar; logo, o controlo médico corrente para entrar na piscina. Habitualmente, as mamãs que fizeram cesariana costumam começar um par de dias depois de tirar os pontos. A água quente afasta as dores, ajuda a relaxar e favorece a amamentação.

O meu bebé sabe nadar

Necessito de uma protecção para a piscina?

As piscinas devem estar sempre protegidas. Não só para a segurança do bebé e das crianças, da própria família, mas também dos outros frequentadores. Infelizmente, é comum que as crianças se afoguem nas piscinas dos vizinhos. A altura recomendável para a cerca é de 1,20 m, e os fechos devem estar fora do alcance infantil e serem mais fortes que as suas mãozinhas. Bem esticada e de uso permanente, a rede constitui uma excelente protecção sempre que a piscina não se encontre sob vigilância.

A natação é uma aprendizagem para toda a vida, porque se baseia em experiências muito significativas para o bebé. Com efeito, ele não só responde como seu corpinho em acção, como também com o seu afecto e inteligência, cada dia mais desperta.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

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egunda-feira, 10 de janeiro de 2011

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sábado, 25 de dezembro de 2010

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vejam este videos .no japão é bem diferente a família assiste o parto tanto os pais como os filhos eles criam um ambiente familiar pra gestante e tambem pra família das mesmas gostei achei interessante,dê sua opnião obrigado!!!!

PARTO HUMANIZADO

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

parto em família no japão

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parto em nagaia

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tecnica no japão em trabalho de parto ,vejam!!!!

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

parto em casa

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

amor de mãe veja neste parto!!!

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

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MULHER - EM DIA

17/01/2011 -- 09h00
Ganhe seu bebê em banheira de hospital em Londrina

Técnica busca mais conforto para a mãe, criando um ambiente acolhedor para a chegada da criança




Gerar uma vida é um ato tão natural quanto o parto normal, temido por grande parte das gestantes. Dados do governo federal apontam que 80% dos partos realizados por planos de saúde no País são de cesariana, apesar de o normal ser considerado mais seguro tanto para mãe quanto para bebês. Técnicas vêm sendo aprimoradas para dar maior conforto à mulher. Uma das mais conhecidas hoje é a de Leboyer.

A técnica, criada pelo médico francês Frédérick Leboyer, é caracterizada pelo uso de pouca luz, silêncio, ausência da famosa palmada para fazer o bebê chorar e mais: a criança chega ao mundo como já estava habituada no útero materno, dentro da água.

O casal de artistas circenses Andrea de Barros Pimenta e Silva, 32 anos, e Luis Henrique Silva, 36, buscou na técnica a tranquilidade para um parto normal e, principalmente, benefícios para a pequena Alice, que nasceu no último dia 22. ''Não tem adjetivos para explicar como nos sentimos naquele momento'', lembra o pai que esteve o tempo todo presente, inclusive dentro da banheira junto de Andrea.

Redução de riscos

O ginecologista e obstetra Alessandro Galleto já realizou mais de 5 mil partos normais nos lugares mais inusitados: corredor, dentro de carro, na cadeira, dentro de banheira inflável, na cama etc. Para ele, a mulher é quem deve decidir o melhor lugar e posição para ter o filho e a ausência de intervenção médica ajuda ainda mais no processo. ''Uma cesariana você faz em 20 minutos, já um parto normal leva em torno de 18, 20 horas. Optar por fazer um parto normal tem muito a ver com a atitude do médico de se dispor a fazer ou não aquilo que pode ser melhor para a paciente'', comenta.

Galletto lembra que o papel do obstetra é diminuir os riscos e intervir somente quando necessário. Segundo ele, a mulher consegue realizar 90% do parto sozinha e só é necessário a intercorrência médica em 10% a 15% das vezes. ''A medicina transformou o parto - que é um evento fisiológico e natural - em uma 'patologia'. Estimular o parto normal é uma questão de conhecimento, habilidade e atitude e o que muda aqui é a atitude de não interferir e de deixar acontecer fisiologicamente algo que já é normal'', diz.

No parto Leboyer, o acompanhante participa de todo o procedimento desde o início. Além disso, a mulher tem a liberdade de caminhar pelo quarto, entrar na banheira e relaxar até que sinta que seja a hora do nascimento do bebê.

Dia 22 de dezembro o Hospital Evangélico, em Londrina, inaugurou a nova ala com estrutura para a realização do parto Leboyer com o nascimento da pequena Alice. Andrea chegou a passar quatro horas na água com o parceiro e o médico ao lado da banheira, conversando e se sentindo cada vez mais a vontade com o clima que favoreceu um parto com sucesso.

''Quando não atrapalhamos o parto acontece de forma mais natural e mais fácil. Quando há muita interferência, muitas vezes, acabamos arrumando problemas que não existem. Hoje há muitas situações como hipertensão, feto grande ou feto pélvico (sentado), em que as mulheres já são encaminhadas para cesariana, mas ainda essas condições não são contraindicações absolutas para se evitar o parto normal'', finaliza.

O atendimento em Londrina é feito inclusive pelo Sistema Único de Saúde (SUS), desde que a mulher esteja em condições favoráveis e o médico que a acompanhou no pré-natal aceite fazer o procedimento.


17/01/2011 - Logo após o nascimento, as primeiras braçadas

Fernanda Borges - Folha de Londrina


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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

todo parto do começo ao fim ,vejam!!!!

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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

MULHER DA LUZ NA BANHEIRA SOZINHA!!!! LINDO ESTE PARTO

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parto em casa

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

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defendido por muitas mamães, é preciso saber algumas coisas. Primeiro, as casas de parto só aceitam gestações de baixo risco. “A mulher não pode ter pressão alta, diabetes e gestação gemelar, entre outras condições”, afirma a enfermeira Najila Cristine Pinheiros Santos, do Centro de Parto Normal David Capistrano da Costa, em Belo Horizonte (MG).

Segundo, é preciso ter um número mínimo de consultar pré-natal. Tais consultas são fundamentais para determinar o risco do parto, acompanhar a evolução da gravidez e para orientar a gestante. O pré-natal é visto como uma garantia de que a mulher realmente possui um risco reduzido de complicações durante o parto.

Terceiro, faça ao menos uma visita à casa de parto antes da internação. “É interessante conhecer o ambiente, as pessoas, o procedimento. Isso ajuda a mulher a já estar familiarizada com o processo quando chegar a hora do parto”, recomenda a enfermeira.

Sem medicação

As casas de parto praticam o chamado parto natural. O conceito é mais amplo do que simplesmente evitar o corte na região abdominal, característico das cesárias. A gestante não usa ocitocinas para acelerar o processo. Isso significa que ela estará sujeita a enfrentar muitas horas em trabalho de parto.

“Já tivemos uma paciente que ficou muito assustada com as contrações e pediu para ir ao hospital. Não havia nada de errado, ela só estava com medo”, recorda enfermeira Thais Talarico de Andrade, da Casa de Parto Sapopemba, na zona Leste de São Paulo. O caso ilustra a necessidade da mulher estar preparada psicologicamente para este tipo de parto. “Não são raros os casos que passam de 15 horas”, afirma Thais.

A única medicação utilizada é anestesia local para quando for preciso fazer uma pequena incisão no períneo (região entre vulva e ânus) para facilitar a saída do bebê.

E se algo acontecer?

Toda casa de parto precisa ter obrigatoriamente uma ambulância com motorista disponível, o tempo todo. “Temos uma vaga sempre aberta para pacientes nossas no Hospital Vila Alpina, a cinco minutos daqui”, afirma Thais.

Algumas casas de parto estão diretamente ligadas a hospitais, o que agiliza ainda mais a intervenção médica em situações de emergência. Pediatras o obstetras podem integrar equipes complementares em casas de parto, embora sua presença não seja obrigatória.

Existem 27 centros de parto natural (CPN) no País, nome dado às casas de parto pelo Ministério da Saúde. Os espaços puderam ser criados a partir da portaria MS/GM nº 985, de agosto de 1999.

Foto: Divulgação

Eliane (de roxo) ao lado de uma enfermeira com Sayuri, na Casa de Parto Sapopemba

Acompanhantes

A maioria das casas de parto aceita mais de um acompanhante na sala. “O número de pessoas não importa, mas recomendamos apenas quem vão contribuir, de alguma forma, com o processo do parto”, diz Thais.

O tempo de trabalho de parto pode ser menor nos casos em que há acompanhantes presentes, de acordo com o Ministério da Saúde. O órgão reuniu 14 estudos científicos, nacionais e internacionais, para sustentar a recomendação. Há também menos risco de depressão pós-parto.

As enfermeiras recomendam ainda outras estratégias bem simples para acelerar o trabalho de parto. “Comer, andar, tomar banho morno de chuveiro”, enumera Thais.

“Dizem que fui corajosa”

A professora de química Eliane Ogata, de 32 anos, teve sua primeira filha há cinco meses, em julho deste ano. Foram 16 horas para Sayuri nascer na Casa de Parto Sapopemba. “Dizem que fui corajosa, mas tudo é mais simples e mais fácil do que se imagina”, afirma.

A ideia do parto natural veio aos poucos. A princípio, Eliane resolveu evitar a cesariana, procedimento cirúrgico e três vezes mais arriscado. Uma pesquisa recente da Organização Mundial de Saúde (OMS) revela que a mortalidade materna, a necessidade de fazer transfusão de sangue e o encaminhamento dos bebês após o nascimento para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) são 2,7 vezes maiores em cesarianas.

Ao optar pelo parto normal, Eliane planejou o nascimento de sua primeira filha no hospital de sua confiança. Contudo, tal atendimento estava fora da cobertura do plano de saúde. Foi então que sua professora de ioga para gestantes recomendou uma visita a um grupo de grávidas, no qual eram compartilhadas informações sobre parto normal.

Lá, a gestante descobriu as casas de parto e o conceito do parto natural. “Minha bolsa estourou às 6h, mas só tive minha filha às 22h15”, recorda. Mas vale à pena. Trinta minutos depois do parto, Eliane já havia tomado banho e resolveu jantar. Logo depois, foi dormir. “Era tudo tranquilo. Só passei o segundo dia na casa de parto porque estava difícil a amamentação. Mas as enfermeiras passavam com milho, canjica, vinham oferecer mesmo estando fora do cardápio”, lembra-se.

Essas longas horas em trabalho de parto somadas aquelas cenas tão propagadas pelo cinema, das mulheres berrando de dor ao dar à luz, são argumentos recorrentes entre as mulheres que optam pela cesariana. Tal procedimento representa cerca de 80% dos nascimentos no sistema privado de saúde na capital paulista.


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

PARTO DA jOICE

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

VÁRIAS MATÉRIAS

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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

bebês nascem em datas diferentes

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04-2mesesGêmeos com 2 meses de diferença

Gêmeos são crianças que nascem ao mesmo tempo, certo? Errado. Catalin e Valentin Tescu da Romênia são gêmeos com diferentes ANOS de nascimento. Catalin nasceu no final de Dezembro de 2004, prematura de 2 meses. Os médicos foram capazes de esperar e dar a luz o segundo filho, Valentin, em Fevereiro. Médicos romenos atribuem o tempo de atraso nos nascinemtos a uma condição congênita rara que deu a mãe deles dois úteros devido a uma má formação congênita que ocorreu qual ela era ainda um embrião no útero de sua própria mãe. Aproximadamente 1 entre 50.000 mulheres tem útero duplo mas o hospital acredita que esse é o primeiro caso que uma mulher fica grávida simultaneamente nos dois úteros e deu a luz com dois meses de diferença. Os dois irmãos estavam ambos saudáveis quando receberam alta do hospital.

mulher fica gravida já estando gravida

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mulher já grávida fica gravida novamente caso rarissimo vejam

Uma mulher grávida de Arkansas recebeu uma notícia chocante quando ela passou por uma ultra-sonografia de rotina - ela está grávida novameMulher fica grávida de novo - estando grávida!Cristine Gerk | Cristine Gerk | 24/09/2009 12h09[Image] Um casal do Arkansas, nos EUA, levou um susto enorme na última visita ao exame de ultrassom. Acontece que Julie Grovenburg ficou grávida... o estranho é que ela já estava grávida antes! Os bebês não são gêmeos!

É isso mesmo. Os dois bebês foram concebidos com 2 semanas e meia de diferença. Os médicos identificaram um pequeno volume no ultrassom e escutaram um segundo batimento cardíaco. Eles disseram que os bebês não são gêmeos porque seus estágios de desenvolvimento estão em diferentes níveis e velocidade. Os bebês estão previstos para nascer em dias diferentes. O primeiro deve vir ao mundo em dezembro e o segundo, em janeiro.

Obviamente, esse é um caso MUITO raro, então não se preocupem muito, futuras mamães. Só existem 10 casos como esse conhecidos e na maioria deles, ambas as crianças nasceram saudáveis. Isso deve ser mais comum em animais. Ambos mamãe e bebês americanos estão bem. É melhor tomar cuidado, casais, na hora de comemorar a gravidez na cama...nte.Ao lado de Todd e Julia Grovenburgs bebé a crescer ", Jillian, os médicos descobriram um feto do sexo masculino menores que podem ter sido concebido cerca de duas semanas e meia depois de Jillian, de acordo com uma notícia do ABC relatório.Os bebês Grovenburg pode ser um caso raro de superfetação, ou conceber durante a gravidez, os médicos disseram."Quando a mulher teve seu primeiro ultra-som, eles viram um saco, um bebê em desenvolvimento, e que o bebê tinha uma certa idade gestacional, em seguida, eles notaram um segundo batimento cardíaco em uma criança que era muito, muito mais jovem desenvolvente," Dr. Karen Boyle do Greater Baltimore Medical Center, disse à ABC News "Good Morning America da Saúde "."Isso soa realmente como este é um verdadeiro caso de tempos de concepção diferente para essas crianças", Boyle continuou, acrescentando que ela poderia achar apenas "cerca de 10 casos" de superfetação.obstetra Grovenburg confirmou a notícia surpreendente KFSM Arkansas 'TV."A Sra. Julia Grovenburg está grávida de gêmeos e parece haver um padrão de crescimento discordantes, possivelmente devido a superfetação," Dr. Michael Muylaert escreveu em uma carta para a estação."Esta é uma condição incomum e rara, mas a possibilidade é real. Ele só pode ser confirmado após o parto, através de estudos cromossômicos e metabólicas sobre os bebês."Boyle disse à ABC News que superfetação muitas vezes é perigoso para o bebê mais novo, que poderia nascer prematuramente, correndo assim o risco de problemas de desenvolvimento pulmonar. Mas no Grovenburgs 'caso, uma diferença de duas semanas não apresentam muitos riscos."O interessante neste caso é se estas crianças eram realmente nascido em suas datas de vencimento, o filho mais velho teria nascido no final de 2009, eo filho mais novo nasceria no início de 2010",

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

assistencia gestante carente

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Qua, 13 de Outubro de 2010 12:23

Gestantes carentes no oitavo mês recebem enxovais para bebês.

A Secretaria Municipal de Assistência Social, através do CRAS, todos os meses realiza reunião com as mães carentes de Nova Cruz, orientando-as como ter uma boa gestação, da importância da amamentação para com o desenvolvimento físico e mental da criança e as ensinam a forma correta de cuidar das mesmas.

procure a associação de bairro do seu bairro aqui no morumbi onde eu morro tem varias ongs que auxiliam mães que estão fazendo corretamente o prê natal,elas recebem um kit pra ajudar no enxovalzinho de sua princesa ou seu princepezinho,vc está grávida do primeiro ou do oitavo não importa vc é campeã parabêns e bom parto !!!!!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Premature Babies[1]

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DIA INTERNACIONAL

Sobrevivem 40% dos bebés que nascem com 24 semanas

por ANA MAIAHoje

Sobrevivem 40% dos bebés que nascem com 24 semanas

Há nove mil prematuros por ano. Número está a aumentar a passo com a idade das mães e tratamentos de fertilidade.

"A Carolina nasceu com 23 semanas de gestação e com 604 gramas de peso. O Dinis nasceu com 25 semanas de gestação e com 840 gramas de peso. Gostava de dizer a todos os pais que estão a passar por momentos mais difíceis que não percam a fé e a esperança. Os milagres acontecem." Em Portugal, 40% dos bebés que nascem com 24 semanas de gestação sobrevivem.

A mensagem é de Sílvia, uma das muitas mães que contaram a sua história no blogue Ser Prematuro (ver texto ao lado). "Pela primeira vez peguei no meu Eduardo [que nasceu com 25 semanas e pesava 765]. Ele já tinha mais de dois meses", recordou Susana.

Em Portugal nascem nove mil bebés com menos de 37 semanas. Um número acima da média europeia, que está nos 7,7%. Um terço é considerado de extrema prematuridade, ou seja tem menos de 28 semanas de gestação. "Entre nós, às 22 semanas não há sobrevivência. Às 23 semanas é rara e às 24 cerca de 40% dos bebés sobrevivem", explicou ao DN Teresa Tomé, presidente da secção de neonatologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria.

Cada dia que passa dentro da barriga da mãe é uma conquista para estes bebés. "A idade gestacional em que 50% sobrevivem sem qualquer sequela é às 28 semanas. Mas é importante também afirmar que há uma grande capacidade de compensação, o cérebro tem grande plasticidade e assim há grande recuperação funcional", acrescenta a médica.

Apesar do desafio que representam para os médicos, a ciência tem-nos permitido "ir no bom caminho". "Temos mais crianças vivas e com menos sequelas que há uns anos", afirmou ao DN Hercília Guimarães, presidente da Sociedade Europeia de Neonatologia, lembrando que entre os principais danos estão problemas de concentração ou hiperactividade.

Há 30 anos, a taxa de partos prematuros era de 5%. Hoje, a percentagem é muito superior. "Existem múltiplos factores para este aumento como problemas maternos, a evolução da procriação medicamente assistida, a idade da mãe", referiu Teresa Tomé. O Plano Nacional de Saúde previa a redução nascimentos prematuros para 4,9% em 2010.