quarta-feira, 28 de julho de 2010
devo tirar alguns brinquedos ou joguimhos ou alguma coisa que a criança gosta como castigo?
1Abrir os armários da cozinha e jogar panelas e utensílios para o chão não é falta de educação para uma criança de dois anos, por exemplo - significa apenas que a criança quer conhecer melhor o que a rodeia. É também muito freqüente crianças de quatro anos "lutarem" com as irmãs ou os irmãos mais novos. Conversar com outros pais de crianças da mesma idade é uma maneira de saber o que é normal para essa idade - muitos pais ficam freqüentemente aliviados quando sabem que as outras crianças se comportam duma maneira muito se melhante à dos seus filhos. Uma das maneiras das crianças aprenderem é imitando os outros. É por este motivo que os pais devem se comportar de maneira a dar bons exemplos. É importante que nós, como pais, mostremos respeito para com os nossos filhos - as crianças que sejam respeitadas aprenderão a respeitar os outros. Embora as crianças necessitem de saber que são seres únicos, também precisam aprender que fazem parte de um grupo. É por isso que devemos ensiná-las a partilhar, a escutar os outros e a não serem egoístas. Com as crianças use o mesmo tom de voz que gostaria que usassem para consigo. Converse com elas ou sobre elas com respeito, em vez de dizer "A Ana comporta-se sempre tão mal", ou "O João é sempre tão preguiçoso". É realmente muito tentador criticar as crianças, na esperança de que a crítica constante do mau comportamento fará com que as crianças parem de se comportar dessa maneira. Mas freqüentemente este tipo de procedimento tem o efeito oposto. As crianças aprendem depressa que atraem a atenção dos pais fazendo coisas que eles não gostam. A melhor maneira de incentivar bom comportamento é lembrar-se de elogiar as crianças tão freqüentemente quanto possível, mesmo em situações de menor importância, como por exemplo, "A Ana ajudou muito hoje - arrumou todos os seus brinquedos". Isto não significa que não devemos repreender as crianças quando se comportam mal. Mas é importante criticar o comportamento da criança, e não a criança como pessoa. Em vez de dizer "Você é muito mal comportada", diga, por exemplo, "Não gosto da maneira como se comporta" ou "Não permitimos esse tipo de comportamento". Deixe que as crianças aprendam o tipo de comportamento aceitável e o que é inaceitável. Estabelecendo limites bem definidos para as crianças, elas terão motivos para que se sintam mais seguras. Seja consistente sobre o que é e não é aceitável. Às vezes, principalmente sobre aquilo que afeta apenas a criança - como, por exemplo, as roupas que quer usar. Não se esqueça que as crianças precisam aprender que dizer "não" é por vezes a maneira certa de proceder. Dizer "não" a estranhos, por exemplo, é talvez a maneira mais segura de procederem. Elogie e abrace as crianças quando colaboram: Procedendo assim estará a incentivá-las ao bom comportamento Embora se espere que uma criança de cinco anos se sentasse quieta na sala de espera do consultório médico, não se pode esperar o mesmo de uma criança de dois anos. Seja tolerante e não se esqueça da idade da criança. Bater numa criança apenas a ensina que a violência é a melhor maneira de controlar, e incentiva-a a bater nas outras crianças.
Ensine através do exemplo:
Pense nas palavras que usa e como as usa:
Imponha limites:
Aceite o direito de a criança dizer não:
Não espere mais das crianças do que aquilo que são capazes:
Evite agredir a criança fisicamente:
terça-feira, 13 de julho de 2010
0quem gosta de crochê ou tricô,
ela não faz crochê nem tricô ela faz verdadeira obras de artes usando agulhas,eu uso o pincel pra pintar e ela faz com a gulha o eu artista plástica faria com o pincel ,simplemente lindo!!http://stellaartedocroche.blogspot.com/
quinta-feira, 1 de julho de 2010
parto normal no japão!!!
0muito lindo o parto no japão
nascimento da pequena Myumy
sábado, 19 de junho de 2010
COMO FAZER O DESFRALDE DO BEBÊ?
1
Como já contei aqui, Yumi tem ido muito bem no desfralde. Xixi, já sabe fazer sozinha – mas muitas vezes acompanhamos, claro, pra limpar direitinho, pra lavar a mão direitinho, etc.
Já o aprendizado de fazer o cocô no banheiro é que está mais lento (e isso era mesmo esperado). Ela sabe quando é que está com vontade de fazer, mas não pede. Só avisa depois que já fez.
Outro dia, ela estava totalmente sem roupa em casa – tem feito calor e ela agora deu de ficar tirando a roupa o tempo todo – e aí veio a vontade de fazer cocô. Ela veio correndo até mim e pediu para ir ao banheiro. E não é que a danadinha fez direitinho no vaso? Ah, então é isso! É só deixá-la sem roupa que ela pede pra ir ao banheiro pra fazer o número dois!!!!
Depois deste dia, passei a usar a tática: ela chega da escolinha (a Yumi não faz cocô fora de casa, a não ser que não consiga segurar mesmo!) e eu tiro a parte de baixo da roupa dela. Em poucos minutos ela vem e pede pra fazer cocô.
Depois de uns dias que já tínhamos feito este treino, resolvi deixá-la com roupa mesmo pra ver o que acontecia. Funcionou algumas vezes: ela, mesmo com roupa, pediu para ir ao banheiro. Teve vezes, inclusive, em que foi ao banheiro sozinha e só me chamou quando tinha terminado (ainda bem, pois precisava limpar direitinho!). Mas, nos dias subsequentes, novamente ela começou a fazer cocô na roupa.
Resultado: voltei para a tática de deixá-la sem roupa, pelo menos assim acho que ela vai aprendendo a avisar quando vai fazer cocô, em vez de fazer na roupa.
É muito engraçado, porque quando ela faz o cocô, ela mesma começa a dizer “cuidado, cuidado” ou “fez? fez? fez cocô” – que são as coisas que eu costumo dizer pra ela nestas horas. (A gente diz “cuidado” pra que ela andar com cuidado até o banheiro pra limpar, se não, pode cair cocô da roupa e sujar o chão, além de sujá-la também).
De qualquer forma, estamos levando tudo sem stress, sem neuras. Se ela faz na roupa, eu explico que precisa chamar e fazer no banheiro. Além disso, tenho deixado ela sem roupa, pra estimulá-la a pedir para ir ao banheiro, apenas porque notei que isso não gera nenhuma apreensão ou medo nela.
Ela faz direitinho o cocô no banheiro quando está sem roupa, sem medo, sem chorar, sem ficar “travada” por causa disso. Se fosse necessário, eu colocaria uma fralda pra ela fazer o coô até que ela aprendesse a controlá-lo. Mas não creio que isso seja necessário – pelo contrário, acho que só vai atrapalhar e fazê-la confundir as coisas.
Devagar, ela vai se adaptando e a gente chega lá. O DESFRALDE DE YUM
sexta-feira, 4 de junho de 2010
devo deixar ele escolher o que vestir ou....
crianças e a moda 1Nem todas as crianças encaram o banho da mesma forma: variam entre os verdadeiros 'peixes', que adoram as brincadeiras aquáticas e a quem só falta crescer guelras; os 'gatos escaldados', a quem a água apavora e que gritam desesperados debaixo do chuveiro; e os indiferentes, que encaram o banho como uma mera necessidade. A maioria das crianças sabe lavar-se sozinha a partir dos sete, oito anos. Antes disso convém que sejam vigiadas por um adulto, pois pode dar-se o caso de escorregarem, baterem com a cabeça e perderem os sentidos. Caso a criança, apesar de já ter chegado a essa idade, continue a ter medo da água, os pais devem esperar um pouco mais para que o faça sem ajuda. Frequentar aulas de natação pode ajudar a ultrapassar essa fobia.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
nascimento de Sarah musica!!! coisa lindo pai !!!!!Ana paula Valadão!!
0quarta-feira, 26 de maio de 2010
meu filho não come.....oque fazer
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pai e mãe devem ter em mente o seguinte: quando a fome apertar, a criança vai comer. Mas, nada de alarmes, não é preciso deixá-la com fome. Há caminhos bem mais suaves para persuadi-la a alimentar-se. O primeiro passo é verificar se realmente não há nenhum problema de saúde, ou seja, se a falta de apetite não é de origem orgânica, incluindo o início da dentição, o que também resulta no desinteresse pelos alimentos. Não havendo nenhum problema do gênero, papai e mamãe devem adotar alguns procedimentos:
- Nunca ofereça muita comida à criança - ela tem o estômago pequeno;
- Varie os alimentos. A mesma comida, todos os dias, não desperta o interesse. Incremente o prato com algum alimento de cor diferente daquele que você ofereceu anteriormente, por exemplo;
- Evite que a criança fique "beliscando" entre uma refeição e outra;
- Mantenha verduras e legumes em todas as refeições. Mesmo que a criança não aceite, não a obrigue a comer, assim ela ficará com raiva do ingrediente. Deixe lá, a constante presença desses alimentos despertará a curiosidade da criança;
- Em contrapartida, não ofereça sopas batidas no liquidificador para que a criança ingira verduras e legumes. Essa tática dificulta o estímulo do paladar, por não permitir que a criança reconheça os diferentes sabores;
- Respeite os gostos de seu filho, pode ser que ele realmente não goste de determinada comida e, mesmo nos primeiros anos de vida, a criança já tem preferências e aversões alimentares. Às vezes, por não gostar de um ou de outro ingrediente, ela rejeita toda a refeição;
- O ambiente onde as refeições são realizadas deve ser tranqüilo. Desligue a TV, abaixe o volume do rádio e evite discussões;
- A criança com mais de um ano e que ainda toma muitas mamadeiras ao dia pode ter dificuldades em aceitar os alimentos sólidos, neste caso é melhor diminuir as mamadas;
- A criança não gostou da comida. Por zelo, muitas mães preparam a refeição dos filhos separadamente, usando poucos temperos. O problema é que às vezes a comida fica sem gosto algum. Experimente os alimentos antes de oferecê-lo aos menores;
- Não dê sucos e refrigerantes durante a refeição, porque a capacidade gástrica da criança ainda é limitada. Se ela tomar um desses líquidos pode não ter espaço para a comida;
- Não force seu filho a comer. Se ele ficar com fome, vai alimentar-se na próxima refeição;
- Não ofereça comida fora de hora. A criança que passa o dia inteiro comendo dispensa as refeições principais pelo simples fato de não estar com fome;
- Deixe a criança comer com as mãos. Ela se diverte manipulando a comida e vê nesse momento uma ocasião prazerosa, agradável;
- Nunca prometa uma recompensa, como por exemplo, "coma o arroz que eu lhe dou um sorvete". Assim você fará com que seu filho tenha desprezo pela comida;
- Não faça a brincadeira do aviãozinho. A hora é de comer, não de mimar a criança;
- Não adianta pedir para seu filho comer cenoura se você está comendo um sanduíche, ele naturalmente irá querer comer o lanche, pois se você despreza a cenoura, é porque o outro alimento deve ser mais gostoso;
- Por fim, seja firme com a criança, sem ser rígida, afinal o momento de se alimentar deve ser prazeroso e não angustiante.
Não esqueça que uma alimentação excessiva pode resultar num adolescente obeso, que futuramente irá procurar um endocrinologista para emagrecer. Considere também que a necessidade energética da criança vai diminuindo com o passar dos anos. Uma criança com três anos de idade, por exemplo, precisa de mais calorias do que uma com sete, o que torna normal a redução do apetite.
Há mães que, de tão preocupadas, oferecem suplementos nutricionais sem orientação. Sem querer elas podem estar contribuindo para a formação de um adulto obeso, pois a energia extra que a criança recebe passa a se acumular em seu tecido gorduroso.
O detalhe importante é que o número de células gordurosas de uma pessoa é definido até os dois anos de idade e, existindo um número muito grande de células adiposas no organismo adulto, essa pessoa terá mais dificuldade em controlar seu peso, ao contrário daquela que, na infância, recebeu uma dieta balanceada e produziu um número normal de células gordurosasterça-feira, 11 de maio de 2010
vamos ajudar mães carentes....
0LINDAGIULIA disse... Oi, sou Elis, mãe acolhedora (veja mais informaçoes no site http://acolhimentofamiliar.org.br/ ). Há 1 ano estou sendo mãe acolhedora e estou muito feliz.
Semana que vem vou receber uma menina com 4 meses, ela esta em abrigo da prefeitura, foi retirada da família por ordem judicial, medida de proteção.
Ela virá a semana que vem, mas só com a roupinha do corpo. Tenho que providenciar tudo.
Se alguem puder me ajudar com roupinhas ficarei muito feliz. Ela está com 4 meses e vamos ficar cuidando dela por mais ou menos 1 ano. Então o que for possível me ajudar será de muito valor.
Obrigada
meu email é elymarlyn@hotmail.com Estou em Campinas -SPgente não joga roupas pelo amor de DEUS AMAR FAZ BEM!!!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
EMILE uma criança muito inteligente,vejá ele tem 3 anos mais pareçe ter mais
2segunda-feira, 26 de abril de 2010
ELA ´MUITO PEQUENA MAIS GOSTA DE MAQUIAGEM O QUE FAZER?
criança e a moda 0
Claro que deixa!! Toda garota nessa idade já começa a despertar o gosto por uma make.
Para o dia a dia fica legal um pó, corretivo pra olhera ou espinha, blush, rimel, gloss e lápis de olho ás vezes.
Em festinhas assim pode-se ousar um pouquinho. Só dar uma reforçada na maquiagem, marcar mais o colorido à sua escolha.
Não deixe-a se esquecer de sempre remover a maquiagem, héim! Senão ela vai antecipar o envelhecimento da pele dela, ou até mesmo as indesejáveis espinhas.
Beijos 1-) PELE:
Passe pó compacto para não ficar com a pele brilhando.Um toque de blush rosado. Não muito hein?!
2-) OLHO:
* Passe uma sombra colorida, pode ser rosa, azul, verdinho, etc. Daí no cantinho de fora vc passa marron.
** Passa lápis de olho em baixo dos olhos na marca d'água.
*** Rímel (não todo dia porque faz mal, só quando vc quiser);
3-) Passa um gloss em tons de rosa. Um dia você pode variar e não colocar cor nos olhos e colocar um rosa escuro no batom.
Espero ter ajudado. Bjss.. MAQUIAGEM SEMPRE A BASE DE AGUA E NÃO ESQUEÇA DE REMOVER ANTES DE DORMIR É SÓ BJUS1!!
domingo, 18 de abril de 2010
os devidos cuidados : seus filhos ea internet!!!
0A segurança de crianças e adolescentes na Internet é hoje alvo da atenção de famílias, escolas e comunidades. Isto para não falar de governos (locais e centrais), empresas do sector das tecnologias de informação, órgãos de comunicação social, etc. Perigos reais para crianças e jovens na utilização da Internet. De acordo com o relatório final de um programa piloto financiado pela Comissão Europeia em 1999, no âmbito do seu Plano de Acção Para a Utilização Segura da Internet, as preocupações com os perigos associados à utilização da Internet por crianças e jovens, são bem reais e podem ser agrupados em três categorias: Seis anos passados, os três C's (Conteúdos, Contactos e Comércio) apontados como as maiores ameaças à segurança online de crianças e jovens, precisam de ser actualizados para incluir:
como Proteger Crianças e Jovens Destes Riscos Online?
quarta-feira, 14 de abril de 2010
mãe seja desconfiada não confie em amigos homens que dizdeixa eu levar ele ou ela pra passeia
1Será que meu filho está sendo vítima de pedofila? - Alterações bruscas no comportamento, no apetite ou no sono; - Desejo repentino da criança em se manter isolada, evitando contato com amiguinhos e familiares; - Criança ou adolescente começa a ganhar presentes diferentes sem que haja uma data ou motivo para tanto; - A criança se mostra agitada, muito incomodada e perturbada quando há possibilidade de ficar no mesmo local com uma determinada pessoa; - Medo desproporcional frente à necessidade de um exame físico; - Começar a achar que tem o corpo sujo ou contaminado; - Interesse excessivo ou evitação no contato com seus genitais; - Rebeldia, agressividade excessiva; - Podendo chegar a comportamento suicida ou de automutilação. Família e escola podem e precisam ter atitudes preventivas no sentido de evitar ou extirpar a ocorrência de abusos. Para muitos ainda é estranho ter que falar sobre sexualidade com as crianças, mas é importante saber que não temos que estimular a sexualidade, mas sim ensinar a criança a gostar de seu corpo e aprender a respeitá-lo, cuidando de sua saúde, higiene e evitando ‘acidentes’ de todos os tipos. Para isso é necessário que a criança tenha um vínculo de confiança com essa pessoa que orienta e saiba que poderá procurá-la para perguntar ou contar algo sem tomar bronca ou ser criticada.
Prevenção é o melhor caminho
sábado, 10 de abril de 2010
meu filho só quer dormir na nossa cama!!!!
0Não que compartilhar a cama com o filho seja sempre um problema. Tudo bem permitir o mimo num dia em que ele estiver doente ou fragilizado. Também pode acontecer só porque faz frio demais. O que não pode é virar hábito. Dá para entender que a criança esperneie para ficar no meio do pai e da mãe. Ela sabe que dormir significa sair de cena. Convencê-la a ir para a cama e ainda por cima no quarto dela dá trabalho. Mas educar é isso. Cabe aos pais mostrar que é bacana ter o próprio cantinho e tranqüilizar o filho.
Entre 2 e 3 anos, a criança começa a se dar conta de que é independente dos pais e que eles não vivem apenas em função dela. Essa descoberta - bastante desejável - vai estimular seu filho a crescer e ganhar autonomia. Mas passar por isso nem sempre é fácil. Traz angústias e pode fazer com que ele queira estar o tempo todo com vocês, inclusive durante o sono. O princípio do cada um na sua cama", então, torna-se um bom começo para reforçar a noção de individualidade - hoje, um dado valioso da nossa cultura. Há um ideal de que cada um tenha o seu espaço e de que ele seja respeitado.
Os rituais noturnos são ótimos aliados. Comece estabelecendo um horário para seu pequeno deitar e cumpra-o ao máximo. Depois de colocá-lo na cama, ler uma história, cantar ou rezar junto pode ser o segundo passo. Um boneco, um bichinho de pano ou um travesseiro de estimação vão ajudá-lo a se sentir seguro. Espere até ele adormecer e, se receber uma visita na madrugada, leve-o de volta para a cama, explicando que é hora de dormir - e no próprio quarto. Depois de alguns dias, se ainda exagerar na manha, cumpra o ritual que você estabeleceu e saia sem remorsos. Diga que está cansada, que já leu duas historinhas e que, pela manhã, vocês conversam. Se os pais se mantêm firmes, em pouco tempo a situação costuma entrar nos eixos OS CREDITOS DESTA POSTAGEM PERTECEM A REVISTA CLAUDIA!!!! FAÇA UM COMENTARIO SOBRE ESTA POSTAGEM SUA OPNIÃO É MUITO IMPORTANTE PRA ESTE BLOG !!!!
terça-feira, 23 de março de 2010
meu filho não aceita a palavra não . oque fazer?
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Nem sempre é fácil lidar com os escândalos protagonizados pelas crianças, mas os especialistas garantem: pais que sabem dizer não e sustentam essa posição têm mais chances de ajudar os filhos a lidar com as frustrações e ter uma vida mais feliz.
Por Angela Senra
Tudo começa com um chorinho quando o bebê não consegue satisfazer seus desejos – subir na mesa, pegar o controle remoto, não devolver o brinquedo do irmãzinho. Mas o primeiro mandamento para lidar com a birra infantil é não se desesperar. Gritar e perder o controle só reforça esse tipo de comportamento da criança, que entende a sua reação como parecida com a dela. Quando o pequeno percebe que conseguiu tirá-la do controle e chamou a sua atenção, desconfia que você acabará cedendo, especialmente se estiverem em público. E, aí, salve-se quem puder.
Segundo a psicanalista infantil e familiar Anne Lise Scappaticci, de São Paulo, desde muito cedo as crianças aprendem a arte da manipulação. “Da mesma maneira que sabem que agradam quando são boazinhas, percebem que podem usar a birra para conseguir o que desejam”, diz.
A teima faz parte do comportamento infantil, como uma tentativa de a criança demonstrar certa independência e expressar suas vontades. E aparece por volta de 1 ano e meio de idade.
Quando a criança tenta conseguir o que quer através de showzinhos, a dica é dar um pouco de atenção, sem estender a bronca por horas. Você pode dizer que esse “não” é o jeito de conseguir o que ela quer e por causa disso não vai ter mesmo. E não fique assistindo ao espetáculo, a menos que a criança esteja se debatendo e corra o risco de se machucar.este comentario pertence a bebê .com .br







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